terça-feira, 12 de outubro de 2010

Eleições 2010

O Brasil votará dia 31/10 em DILMA!!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Lula sanciona Estatuto de Igualdade Racial aprovado sem cotas

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Lula sanciona Estatuto de Igualdade Racial aprovado sem cotas
20 de julho de 2010 •
Notícia

Direto de Brasília


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou em Brasília, nesta terça-feira, o Estatuto da Igualdade Racial. No texto que foi aprovado pelo Congresso Nacional não há a previsão de cotas para negros em universidades, empresas e candidaturas políticas. O estatuto tem como objetivo promover políticas públicas de combate à discriminação e igualdade de oportunidades.

Entre outros pontos, o estatuto obriga as escolas públicas e privadas de ensino médio e fundamental a ensinar história geral da África e da população negra no Brasil. O texto também reconhece a capoeira como esporte.

O presidente também sancionou na cerimônia o projeto de lei que cria a Universidade Federal da Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab), que será sediada na cidade de Redenção, no Ceará. O foco da instituição será a integração do Brasil com os países da África, especialmente com os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Desempenho Escolar!!!!

Como finalizamos o Primeiro Semestre, e como tivemos bons resultado vale ressaltar o desempenho de alguns alunos.
Escola Mul.Darcy Ribeiro
Cidade: Santa Inês Maranhão
Série5ª/6º Ano
Eduardo Fabricio
José de Ribamar
Daniel Alves

Série6ª/7º Ano
Savana
Pablo
Alna Cristina

Série7ª/8º Ano
Larissa Nina
Maria da Conceição
Jeferson
Hildelene Mota

Série8ª/9º Ano
Íthalo Albuquerque
Darlean Cardoso
Eneas Adriano
Jailson Dias

A qualidade na educação se busca com a dedicação e compromisso do aluno para consigo mesmo.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Uma Conquista para a Sociedade Negra do Brasil

Quarta-feira 16 de junho de 2010
Uma data que vai ficar na História do Brasil
Fonte Jornal Nacional
O Senado aprovou nesta quarta-feira o projeto que cria o Estatuto da Igualdade Racial, que segue agora para a sanção do presidente Lula.

A aprovação do estatuto foi aplaudida no plenário do Senado por parlamentares e representantes de movimentos sociais.

Foram quase dez anos tramitando no Congresso e muita negociação. Para ser aprovado, o estatuto precisou passar por várias mudanças. Uma das principais foi retirar do papel o conceito de raça.

No texto, o relator manteve apenas a expressão cor porque, segundo ele, a ideia de raça fomenta o preconceito e discriminação. Entre os artigos retirados estão o que criava um sistema de cotas raciais nas universidades públicas; o que dava incentivos fiscais a empresas para a contratação de negros e o que abria a possibilidade para que os negros fossem indenizados pelo Estado em função do que viveram no passado.

“Eu defendo o meu país e não vou de forma alguma aprofundar a divisão racial no Brasil. Não vou jogar negros contra brancos. O meu objetivo é acudir aos mais pobres, independentemente da sua cor”, declarou o relator do projeto, senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

O estatuto quer garantir à população negra a igualdade de oportunidades. Torna obrigatório o estudo de história geral da África e da população negra no Brasil; reconhece o direito à propriedade definitiva aos remanescentes de quilombos; prevê que o Estado vai garantir moradia à população negra que vive em favelas; e que sejam implantadas políticas de inclusão do negro no mercado de trabalho.

O ministro da Igualdade Racial, Elói Ferreira de Araújo, comemorou: “O avanço é extraordinário. O estatuto inclui muitas possibilidades pra que os negros e negras tenham as condições de terem avanços concretos, tendo em vista a promoção da igualdade racial”.

Já o movimento negro ficou dividido. “Do jeito que saiu não vai facilitar que a comunidade negra saia da situação econômica e social da qual secularmente foi colocada, ou seja, sem direito nenhum”, afirmou Cleide Ilda Lima Souza, da Coordenção Nacional das Entidades Negras.

“Ao longo da história do Brasil, os negros não tinham um documento que lhes assegurasse liberdade de direitos e oportunidades. Esse estatuto hoje marca isso pra nós: o reconhecimento de liberdade com direitos”, declarou o coordenador dos Agentes de Pastoral Negros, Nuno Coelho.